quarta-feira, 30 de abril de 2014

A história do homem que vai largar o trabalho e viver de renda aos 32 anos

Um dos principais segredos de Brandon Sutherland é cortar as despesas ao extremo

Brandon afirma que prefere investir em estratégias passivas (Learnvest)

Brandon Sutherland* decidiu, aos 32 anos, que vai deixar seu emprego como desenvolvedor de softwares e não pensa em conseguir outro. Em depoimento ao site Business Insider, o norte-americano contou que espera que seus investimentos forneçam uma renda que garanta as despesas essenciais para no mínimo os próximos trinta anos - se não indefinidamente.

“Você pode imaginar que eu tenho uma habilidade mágica para saber os números da loteria, mas não é o caso. Eu construí meu patrimônio simplesmente controlando meus gastos e investindo o máximo possível do meu salário”, conta Sutherland. Ele consegue investir mais de 70% do que ganha, e é isso que vai permitir sua aposentadoria precoce, em uma idade em que grande parte das pessoas ainda está começando a "decolar" em suas carreiras.

Softwares? Melhor viajar o mundo
Brandon conta que, quando se formou na faculdade, estava animado para trabalhar e ter uma carreira de sucesso como programador na cidade em que vive com sua esposa. Mas a realidade chegou e ele decidiu que não queria passar os próximos trinta anos fazendo a mesma coisa.

O programador disse que, ao invés de gastar com besteiras, juntava o dinheiro para viajar de tempo em tempo. A esposa de Sutherland é da Escócia e, assim, a cada cinco anos eles saíam dos empregos e iam passar vários meses viajando pela Europa e outros lugares. Em uma viagem pelo Tibet e Nepal, ele conta que percebeu o quão ricos são a maioria dos norte-americanos e que não precisava acumular dinheiro para ter grandes casas ou carros de luxo.

Baseado em dados históricos, Sutherland afirma que esperava conseguir retornos na casa de 5% ao ano, já descontada a nflação, e que precisaria retirar cerca de 4% de tudo anualmente para cobrir suas despesas essenciais. Assim, seu portfólio nunca ficaria sem dinheiro.

Alcançando a independência financeira
Após descobrir que era possível alcançar a independência financeira, Brandon passou a pesquisar como chegar nesse patamar da maneira mais rápida possível. Ele conta que prefere estratégias passivas de investimento, como fundos mútuos ou ETFs (fundos de índice, que 'espelham' algum indicador, ou seja, aplicam nos mesmos ativos que o compõe), ao invés de tentar acertar o tempo do mercado. “Eu invisto majoritariamente meu dinheiro em fundos diversificados de índice”, relata Sutherland.

Viver de maneira mais simples é meio caminho andadoDe acordo com Brandon, o fato dele e sua esposa terem poucas despesas foi fundamental para a decisão de uma aposentadoria precoce. “Se você nos encontrar na rua, você não pensaria que somos diferentes de qualquer casal norte-americano – exceto que somos muito bons em viver de maneira simples e frugal”, relata o programador.

Ele conta que pretende cortar os custos ainda mais após deixar seu emprego vivendo em países com baixo custo de vida como a Tailândia e a Guatemala. “Nós gostamos de viajar e conhecer novas culturas, então queremos conhecer o mundo e viver com menos ao mesmo tempo. E com sorte, eu ainda aproveito para viajar com milhas e pontos de recompensa”, conta Brandon Sutherland.

*O nome foi alterado

Fonte: Infomoney.com.br

terça-feira, 1 de abril de 2014

Crianças vêem, crianças fazem - Os primeiros passos da Educação Financeira dos Filhos




Você já viu uma campanha publicitária chamada “Children see, children do” (Crianças vêem, crianças fazem)? Mesclando situações comuns com outras bem chocantes, o vídeo mostra de forma bem direta como as crianças processam o comportamento dos adultos que lhe servem de exemplo.

Repare que ao final fica o lembrete para que busquemos dar sempre exemplos positivos para as nossas crianças. Toda essa reflexão sobre o comercial aplica-se a uma situação que toda família enfrenta: como ensinar educação financeira aos filhos?
As vezes não prestamos a devida atenção ao tema, mas os fundamentos da relação de seu filho com o dinheiro começam muito cedo, quando ele ainda nem entende direito para que serve o dinheiro. Mas ai é que a observação mais detalhada pode escapar aos seus olhos.
Se você pensa que seu filho só estará apto para entender melhor como lidar com o dinheiro quando estiver maiorzinho, já começou a seguir pelo caminho errado. Quando você vai ao shopping com seu filho pequeno e diz que vai comprar mais sapatos do que deveria “porque está trabalhando demais e merece este agrado”, pode ter certeza que ele vai trabalhar essa informação por assimilação. Sem maturidade e experiência com dinheiro, ao ganhar R$ 10 de um parente, por exemplo, ele pode resolver gastar tudo em balas, sem pensar duas vezes, “porque teve dever de casa demais e merece este agrado”. Afinal, foi este o exemplo que ele viu, portanto, não há como criticá-lo por pensar assim.
Preocupar-se em dar um bom exemplo, em ser um bom espelho, é o primeiro passo para que seu filhos comece a ter noções sobre como encarar o dinheiro.


APRENDENDO COM O ERRO

Você já deve ter enfrentado algumas fases no vermelho, possivelmente por ter usado o cartão de crédito sem muito critério. O que aconteceu? Foi preciso reduzir os gastos, administrar a dívida, enfim, passar um por um período de sufoco. O dinheiro brotou do céu para cobrir o buraco que você havia criado? Não. Infelizmente isso nunca acontece.
Sendo assim, teria que ser diferente com seu filho? A resposta é não, com certeza não. Então, quando ele receber a mesada, gastar tudo para comprar um jogo e precisar de mais dinheiro ao longo do mês, seja firme e não dê. Deixe que ele passe o aperto, que quebre a cabeça buscando soluções e, principalmente, que adquira responsabilidade através da própria experiência.

COMEÇANDO O DIRECIONAMENTO

Sobre outras etapas financeiras da vida, é preciso que você vá ensinando seu filho, à medida que puder. Por exemplo, comece a falar para ele desde cedo sobre a importância de guardar dinheiro, ensine primeiramente sobre as opções mais simples e usuais, como a caderneta de poupança, por exemplo. Motive-o a guardar dinheiro para atingir uma grande meta, como arcar com os próprios gastos em uma viagem de fim de ano. Desta forma ele vai incorporando o hábito para objetivos maiores ao longo da vida.
Fonte:Financasfemininas.com.br


terça-feira, 25 de março de 2014

Dicas para planejar sua aposentadoria em 7 passos



Por mais que as pessoas estejam vivendo mais, isso ainda não se refletiu no mercado de trabalho, de forma que, com exceção de quem tem um negócio próprio, a aposentadoria muitas vezes é obrigatória e não acontece após os 60 anos.

Diante dessa realidade, planejar a aposentadoria é algo cada vez mais importante e, ao contrário, do que a maioria das pessoas imagina, não precisa ser uma tarefa árdua. Para ajudá-lo, selecionamos abaixo algumas dicas do que levar em consideração na hora de elaborar o seu planejamento.


O que você quer

A primeira etapa de qualquer planejamento financeiro é definir onde você quer chegar, em outras palavras, o seu objetivo. No caso da sua aposentadoria, não poderia ser diferente: sem um objetivo em mente, você não tem como traçar um plano de execução.

Portanto, comece refletindo sobre questões bastante básicas como, por exemplo, quando você pretende se aposentar. Essa é uma variável importante para o planejamento da sua aposentadoria, que não pode ser esquecida. Um erro comum entre as pessoas é decidir parar por impulso, em geral, porque se sentem desmotivadas no emprego ou fisicamente cansadas. Você pode não acreditar, mas alguns anos podem fazer muita diferença em termos de planejamento.

Com que receitas você poderá contar?

Nos dias de hoje contar com a Previdência Social para se sustentar na aposentadoria é uma estratégia extremamente arriscada. O teto da aposentadoria pública é baixo para trabalhadores da iniciativa privada. Com os diversos redutores existentes, especialistas afirmam que uma minoria dos brasileiros terá direito a um benefício de R$ 2,5 mil ou mais. Em geral, recomenda-se assumir que a Previdência irá responder por, no máximo, 20% da sua renda na aposentadoria.

Com que outras fontes de renda você poderá contar? Por acaso você contribui para um plano de previdência corporativo ou para um plano individual, de forma que poderá contar com esse dinheiro ao se aposentar? Afora os investimentos em previdência complementar, você consegue identificar outras fontes de renda financeira?

Some tudo e procure estimar com o quanto poderá contar ao se aposentar. A diferença terá que ser equilibrada com renda de trabalho. Ou seja, você terá que se manter na ativa ou se acostumar com a ideia de ter uma redução em seu padrão de vida.

Estime o quanto precisará juntar

Sonhar com uma aposentadoria tranquila é uma coisa, estimar o quanto ela irá lhe custar é outra bem distinta. Comece estimando o padrão de gastos que terá ao se aposentar. Ainda que algumas despesas devam cair, como os gastos com filhos, outras devem subir, como os gastos com saúde.

Na maioria dos casos, os gastos após a aposentadoria tendem a cair em até 20%. Na hora de fazer as contas do quanto precisará juntar, seja conservador. Você provavelmente irá viver mais do que imagina. Portanto, projete sua necessidade de renda assumindo que irá viver ao menos até os 90 anos.

Quanto poupar para atingir esse patrimônio?

Uma vez definida a sua meta de patrimônio ao se aposentar, é hora de calcular como irá alcançar essa meta. Com base na sua data de aposentadoria, estime quanto tempo ainda tem para acumular esse patrimônio.

Traduza isso em termos de uma poupança mensal. Para tanto, é preciso fazer uma previsão de retorno para o dinheiro investido. Seja conservador, e assuma um retorno anual de no máximo 5% acima da inflação. Para ajudá-lo nessa conta, utilize a nossa calculadorae objetivo.

Comece o quanto antes e seja regular

O ideal é que você comece o quanto antes a investir. Mas, se ainda não começou, lembre-se de outro ditado: antes tarde do que nunca! Para quem tem dificuldade em estabelecer uma estratégia de poupança, o ideal é estabelecer alguma forma de investimento automático.

Uma boa opção são os planos de previdência, sobretudo, os corporativos, pois trabalham com o conceito de contribuições mensais. Além disso, sob as novas regras de tributação, o investidor se beneficia de alíquotas decrescentes quanto maior o prazo de investimento.

Coloque seu plano em ação

Com todas essas informações em mãos, é hora de agir. Se você constatou que não consegue poupar o necessário para juntar o patrimônio desejado antes de se aposentar, reveja seus planos. Provavelmente você terá que se aposentar mais tarde.

E como poupar nada mais é do que decidir adiar uma decisão de consumo, você terá que refletir se vale a pena manter o seu estilo de vida hoje, em detrimento do seu padrão na aposentadoria. Ou se, alternativamente, não seria melhor cortar gastos hoje de forma a poder se aposentar na data planejada.

Reveja periodicamente sua estratégia

De tempos em tempos, avalie o seu planejamento. Você está alcançando as suas metas ou não? Será que é preciso revê-lo? Seu salário aumentou, não vale a pena aproveitar o momento e poupar mais do que o planejado? 

Lembre-se: ainda que o seu objetivo seja o mesmo, isso não se aplica a suas metas de poupança, que devem ser ajustadas para refletir o seu ciclo financeiro. O ideal é que você poupe mais quando pode, para fazer frente aos momentos de maior dificuldade financeira.


Fonte:Infomoney.com.br

terça-feira, 18 de março de 2014

Planejar os gastos do ano todo pode evitar furos no orçamento familiar


Escute a entrevista do Emerson Fabris na CBN falando sobre Planejamento Financeiro Pessoal.



Esta é a Cartilha para o Planejamento de 2014. Nela você pode lançar seus gastos mês a mês e organizar todo o seu orçamento.







segunda-feira, 10 de março de 2014

Conselhos Financeiros para quem quer casar.

 http://gestaofamiliar.com.br/consultoria-noivos.php



4 conselhos financeiros para quem quer casar

No início do casamento, praticamente tudo são flores. Planos de lua-de-mel, muito carinho e romantismo e muitos sonhos para os futuros filhos. Afinal, se vemos tudo isso em filmes e novelas, nada mais justo do que trazer a beleza da ficção para a realidade, não é mesmo?

Pois é, mas saiba que para manter o mundo de flores na vida real, é preciso passar por um caminho bem espinhoso. Deixar de tocar em certas “feridas” antes de subir ao altar é o primeiro passo para que o relacionamento comece pelo avesso!

Se você está prestes a se casar, com certeza deve estar a mil com os preparativos, as provas do vestido, a lista de convidados, enfim, realmente é muita coisa. Agora, você sabe nos dizer quantas vezes já conversou com seu noivo (a) sobre as questões financeiras que vocês precisam ajustar antes de dizerem “sim” um para o outro?

Tudo isso pode gerar dor de cabeça, mas entrar em um acordo quanto aos assuntos financeiros desde já pode evitar que vocês desgastem a relação a ponto dela terminar.

CIFRAS NA MESA

Essa conversa vai muito mais além do que saber qual é o salário de cada um. É preciso que vocês saibam também o tamanho da dívida de cada um de vocês. Uma pendência financeira significativa é algo que com certeza irá interferir em certos planos do casal. Afinal, como pensar em juntar dinheiro para comprar um apartamento se um de vocês tiver uma dívida de R$ 30 mil, por exemplo?

Saber o quanto cada um deve e ter um planejamento para quitar essas dívidas é essencial. Afinal, descobrir um problema desses só depois de casada seria lenha para uma calorosa discussão.

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Aquela velha história de que basta ter “um amor e uma cabana” só é realmente bonita em contos de fada. Para manter uma vida feliz e equilibrada, é preciso que vocês tenham um planejamento financeiro. Saber exatamente qual é o rendimento de cada um, como serão divididas as despesas da casa e definir os investimentos do casal são etapas do planejamento que precisa ser feito por vocês.

problemas para discutir antes de casar

MENTIR SOBRE DINHEIRO

O verbo já diz tudo. Mentir é o primeiro passo para minar as estruturas do seu casamento. Você pode até achar que é exagero, mas mentir sobre dinheiro pode acabar sendo tão grave quando mentir sobre uma relação extraconjugal.

Se vocês pretendem manter reservas financeiras individuais, conversem sobre esse assunto, tenham a liberdade de manter um autonomia financeira individual, mas sejam transparentes sobre isso.

Imagine se você descobre que seu marido tem uma conta bancária secreta, com um expressivo valor. Saber que isso vinha sendo mantido em segredo poderia te levar a perder a confiança, certo? Pois é, este é o grande problema. Não importa a origem do problema, quando a confiança é perdida, o casamento fica sem solidez.

RELAÇÃO FINANCEIRA DESPROPORCIONAL

Um casamento é um laço, não é como um negócio, uma transação comercial. Sendo assim, o que se espera do companheirismo e do amor é que um consiga dar suporte ao outro em momentos de dificuldade, como no caso de um dos dois ficar desempregado.

O problema começa a acontecer quando esse suporte leva ao comodismo. Se você faz um enorme esforço para manter as contas da casa em dia, mas percebe que seu companheiro (a) está também batalhando para conseguir um novo trabalho, basta ter paciência. É difícil, mas é isso que duas pessoas que se amam fazem uma pela outra.

A situação muda de figura a partir do momento em que, enquanto você trabalha pesado para garantir o sustento da casa, a outra pessoa fica em casa, vendo televisão e bebendo cerveja. Neste caso você parou de dar apoio e passou a dar mesada!

Antes de casar é importante saber como é a conduta da pessoa que está a seu lado quando o assunto é dinheiro. Ele (a) realmente preocupa em ter uma carreira? Gosta de trabalhar? É uma pessoa que fixa metas e batalha para cumpri-las? Coloque essas coisas na balança antes de casar, tudo isso que citamos pode interferir (e muito!), no desfecho do “felizes para sempre”.

Fonte:financasfemininas.com.br

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dicas simples para um bom Planejamento Financeiro Pessoal

 Curso de Finanças Pessoais - 22/03

Como Economizar?

- Inicialmente é preciso conhecer os seus gastos diários;
- Faça uma lista de prioridades de consumo e estipule o valor que você pode gastar em cada uma delas;
- Opte sempre por pagamentos à vista. Portanto, se não tiver o valor total do bem, poupe antes de comprar;
- Acabe com as compras feitas por impulso. Para isso, pense duas vezes antes de comprar algo;
- Reduza a quantidade de cartões de crédito, carregue-os com você somente quando necessário.

Como Sair do Vermelho?

- A palavra de ordem é economizar. Use o Meu Saldo Positivo para organizar suas receitas e despesas e saber para onde está indo o seu dinheiro e o que pode ser cortado;
- Organize suas dívidas. Veja quais são as que cobram juros mais altos e aquelas que já estão vencidas;
- Converse com seus credores, negocie. Deixe claro que sua intenção é quitar a dívida;
- Elabore um plano radical de enxugamento de gastos, na maior intensidade possível, para que a dívida seja amortizada de uma vez. Quanto mais intenso for o corte de gastos, menor será o tempo que você ficará nessa situação.

Consumo Consciente

- Reflita sobre suas reais necessidades e tente consumir menos;
- Planeje suas compras. Procure comprar menos e melhor;
- Busque sempre a melhor relação entre preço, qualidade e atitude social em produtos e serviços oferecidos no mercado;
- Avalie sempre o impacto que cada compra não programada terá no seu orçamento;
- Use crédito com responsabilidade. Pense bem se você poderá pagar as prestações e só faça dívidas se ela trouxer melhorias em sua qualidade de vida.

Compras no Supermercado

- Tenha sempre uma lista de compras em mãos, de preferência, separada por segmentos - assim você andará menos dentro do supermercado e evitará cair em tentação ao ver tantas coisas gostosas ou em promoção;
- Nunca vá ao supermercado com fome - desta forma você evita compras feitas por impulso;
- Pesquise e compare preços - nem sempre o supermercado mais cômodo e atraente é o mais barato, e isso faz uma grande diferença no fim das contas;
- Vá sozinho ao supermercado - acompanhantes, como filhos e cônjuges, contribuem (e muito!) para as compras feitas por impulso.

Presentes X Orçamento

- Tenha em mente que gastos com presentes não devem ultrapassar 5% de seu orçamento pessoal;
- Não deixe que a emoção de agradar alguém de quem você goste atrapalhe sua razão e faça um “rombo” em seu bolso. Presente caro não é sinônimo de demonstração de carinho e amor;
- Pague sempre à vista e peça desconto. Evite uso do cartão de crédito e parcelamentos a perder de vista;
- Analise o estilo de vida da pessoa presenteada e use a criatividade para escolher algo que a agrade e que seja compatível com o seu orçamento.

Finanças em Casal

- Discuta sobre as finanças do casal: apesar de não ser nada romântico, definir a melhor forma de administrar o orçamento da família é essencial;
- Defina prioridades e objetivos financeiros em família. Todos devem estar envolvidos no controle do orçamento, no corte de despesas e na poupança para alcançar um objetivo maior;
- Lembre-se das vantagens financeiras da vida em casal: é possível dividir as despesas e ter mais disciplina no controle dos gastos se houver apoio mútuo;
- Nunca se esqueça de poupar parte da renda do casal para imprevistos.

Fonte: TV Educação Financeira Bovespa

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Curso de Gestão Familiar - Como administrar casa, dinheiro e família


Principais objetivos do Curso de Gestão Familiar: Focar no planejamento para atingir metas, na organização pessoal e residencial, na comunicação familiar e no gerenciamento do orçamento doméstico.

Para maiores detalhes acesse: http://gestaofamiliar.com.br/curso-de-financas-pessoais.php 


Leia a matéria sobre Traição Financeira e entenda como é fundamental para a saúde do seu relacionamento, clareza em relação as finanças do casal, da casa e da família.
Traição financeira: evite este mal no seu relacionamento
Tão prejudicial quanto ter um amante, esconder do parceiro dívidas ou gastos fora do orçamento familiar pode colocar em risco o seu casamento.

Entre as muitas formas de traição, há um tipo que é capaz de provocar estragos no coração e no bolso: a infidelidade financeira, quando um dos parceiros - ou os dois - esconde informações sobre dinheiro. "Para muitos, esse tipo de infidelidade é até mais grave do que uma relação extraconjugal, por estar diretamente relacionado à confiança entre os parceiros", diz a educadora financeira Bianca Fiori, da DSOP Educação Financeira. Já imaginou?

As traições podem ser: esconder uma roupa nova no fundo do guarda-roupa para o marido não ver, não deixar o outro ver a fatura do cartão, omitir que ganhou um aumento ou que tem uma conta individual no banco e até fazer um empréstimo para pagar dívidas sem falar nada. Não entre nessa cilada, amiga. "A descoberta de uma escapada financeira causa sofrimento e até separações", completa Bianca. Olho vivo!

Afinal, quando é traição financeira?

Você não precisa contar onde investe cada centavo. A traição financeira, segundo Bianca, acontece a partir do momento em que um começa a extrapolar o que estava combinado entre o casal. "Não vale a pena criar tumulto por coisas pequenas, como entrar no cheque especial por um valor baixo. Mas é preciso abrir o jogo quando atos assim se tornam frequentes e com impacto cada vez maior nas finanças da família", diz a especialista.

Quais as causas?

Falar de dinheiro muitas vezes pode acabar em briga. Por isso, vários casais evitam conversar sobre grana. "Muitos parceiros não têm uma conversa franca em relação ao dinheiro, e os motivos variam de vergonha a medo de serem enganados ou privados de prazeres pessoais", diz Bianca. Pode até ser chato, gata, mas é muito necessário.

Atenção aos sinais de traição

Alguns comportamentos podem indicar se o seu parceiro está pulando a cerca na vida financeira. Preste atenção se...

. As faturas dos cartões e os extratos do banco somem ou ele não deixa você ver.
. O gato aparece com novos acessórios para ele ou de decoração para a casa, com desculpas: dizendo que foi presente ou que ganhou.
. O parceiro fica nervoso ou tenta mudar de assunto quando se fala sobre dinheiro e contas.
. Sem motivo aparente, ele decide começar a cuidar sozinho das finanças da família.

O melhor a ser feito é...

Se é você quem tem escondido as compras no porta-malas do carro ou as faturas do cartão de crédito, prejudicando a vida financeira do casal, saiba que é melhor abrir o jogo, ainda que a situação seja delicada. "Quando há omissões, e elas são descobertas, o parceiro se sente como se não fizesse parte dos planos do outro", diz Bianca. O que pode significar um golpe na relação! "A chance de preservar o relacionamento após uma infidelidade financeira é sempre maior quando ela é revelada logo", completa. Pense nisso!

Fique longe dessa armadilha


Cada casal tem uma forma de administrar as finanças: alguns preferem ter contas separadas, outros têm conta conjunta, e há quem decida deixar a questão da grana só para um dos parceiros cuidar. "Em qualquer caso, é preciso manter sempre uma boa conversa na hora de tomar as decisões financeiras e uma relação ética e saudável, fortalecendo o elo de confiança entre o casal", diz a educadora financeira. Ela sugere que a família monte uma planilha para controlar os gastos e que o pagamento das contas seja proporcional ao salário de cada um. "É importante também contabilizar quanto cada um deve poupar para realizar sonhos comuns, como a viagem do fim do ano ou a reforma da casa", completa. Tudo em nome do amor (e das finanças!).

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/casamento/traicao-financeira-evite-este-mal-seu-relacionamento-752270.shtml

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Mais Produtividade para sua Empresa

Este post é do site economia.ig.com.br do dia 06/12/2013.
Trata justamente de um dos principais motivos (senão o principal), da falta de produtividade dos colaboradores nas empresas.
O Instituto de Educação em Gestão Familiar - Emerson Fabris ministra a Palestra - A Família e o Desempenho Profissional, que aborda exatamente o que é relatada nesta matéria.

Para maiores informações sobre a Palestra acesse: http://gestaofamiliar.com.br/palestrante-financas-pessoais.php




Matéria

Empresas aumentam produtividade com saúde financeira dos empregados
Companhias como HP e Siemens passaram a investir em programas de educação financeira e colhem os frutos com menos afastamentos e queda de dias perdidosTaís Laporta - iG São Paulo | 06/12/2013 06:00:00
Uma empresa é mais produtiva não só quando seus funcionários estão com boa saúde física. O controle das finanças pessoais da equipe também impacta nos resultados da companhia. Essa foi a conclusão da HP Brasil após implantar, em 2010, um programa de orientação financeira e de saúde voltado a seus 8 mil empregados no País.

A companhia passou a oferecer uma linha de 0800 para promover o encontro entre o funcionário que procura ajuda e um consultor financeiro, tudo de forma sigilosa. “Ele pode agendar uma visita em sua casa para tentar solucionar seu problema e reorganizar o orçamento doméstico”, conta a diretora de remuneração e benefícios da empresa, Claudia Giusti.

A executiva recebeu o retorno de um empregado que sonhava levar o filho para conhecer a Disney, nos Estados Unidos, mas não sabia como planejar seus gastos. “Em seis meses ele conseguiu efetivar a viagem, com a ajuda do programa”, conta.
Livrar-se das dívidas e comprar a casa própria são as principais necessidades dos que procuram orientação no projeto. O número de interessados em solucionar problemas financeiros chegou a 25% do quadro de funcionários (2 mil) da empresa entre janeiro e outubro deste ano.
A empresa também dedica palestras para aprender a planejar um casamento, começar a investir,programar a aposentadoria e até ingressar na Bolsa de Valores – interesse que tem crescido com força dentro do programa, segundo Claudia.
A atenção com o bolso, aliada à saúde física, refletiu diretamente na redução de funcionários afastados da HP por problemas diversos. Caiu de 178 em 2009 – último ano antes do início do programa – para 98 em 2013.
Os dias de trabalho perdidos – pela abstenção dos empregados – tiveram queda de 67% no mesmo período, passando de 287 para 97. O índice de engajamento dos funcionários também subiu 12 pontos percentuais de 2009 para cá na empresa.

O principal objetivo que leva uma empresa a investir em educação financeira é aumentar ou recuperar a produtividade, segundo André Massaro, consultor financeiro e autor do livro “Guia de Educação Financeira no Ambiente de Trabalho”, que pode ser baixado gratuitamente
“Algumas companhias também adotam estes programas para promover o uso eficiente de alguns benefícios, especialmente planos de previdência privada, e para fortalecer a imagem de responsabilidade social”, destaca.
Afogados em dívidas
A Prolim, fabricante de produtos de limpeza de Taubaté (SP), decidiu implantar um programa de educação financeira em julho deste ano, devido ao grande número de atendimentos individuais a funcionários em situação crítica de endividamento. Muitos deles haviam esgotado as fontes de financiamento possíveis, como crédito consignado e cheque especial.
“Em muitos casos, os profissionais chegavam ao ponto de pedir para serem demitidos e terem acesso às verbas rescisórias”, conta o gerente de RH da empresa, Sérgio Souza. Segundo ele, a empresa tinha custos elevados com verbas não previstas e gastos com processos de recrutamento.
 “Também percebemos que todo funcionário que não está bem financeiramente não consegue ser produtivo ou trabalhar motivado”, explica o executivo. Para solucionar o problema, a empresa buscou consultores especializados no mercado para fornecer orientação de finanças pessoais voltada para as necessidades dos empregados.
O programa envolveu 100% dos funcionários, com aulas teóricas visando a prevenção e a reversão de situações críticas, para num próximo passo avaliar se houve redução de problemas de endividamento.
Segundo o consultor Massaro, o atendimento deve ser diferenciado para cada perfil de empregado. “Um profissional de nível executivo costuma ter grau de conhecimento de finanças e necessidades muito diferentes de outro de nível operacional. O mesmo acontece com faixas etárias muito distintas”, explica.
Planejando o pós-carreira
Siemens, fabricante de tecnologia, também implantou seu programa de educação financeira, mas voltado à preparação para o pós-carreira, para colaboradores acima de 53 anos. “O objetivo é sensibilizá-los para a necessidade do planejamento prévio e de um projeto de vida nesta nova fase”, explica a gerente de RH da empresa, Maria Cristina Nader.
Outra iniciativa da empresa é voltada para os operários da fábrica, que teve o projeto experimental em Cabreúva, no interior paulista. Ambos os projetos foram formatados no modelo de workshops, com duração de 5 horas.
Segundo a executiva da Siemens, o programa contribuiu positivamente para o clima organizacional. “A iniciativa fortalece a imagem da empresa, valoriza o programa de previdência privada e diminui o presenteísmo (trabalhar doente no ambiente de trabalho)”, conta.