quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dicas simples para um bom Planejamento Financeiro Pessoal

 Curso de Finanças Pessoais - 22/03

Como Economizar?

- Inicialmente é preciso conhecer os seus gastos diários;
- Faça uma lista de prioridades de consumo e estipule o valor que você pode gastar em cada uma delas;
- Opte sempre por pagamentos à vista. Portanto, se não tiver o valor total do bem, poupe antes de comprar;
- Acabe com as compras feitas por impulso. Para isso, pense duas vezes antes de comprar algo;
- Reduza a quantidade de cartões de crédito, carregue-os com você somente quando necessário.

Como Sair do Vermelho?

- A palavra de ordem é economizar. Use o Meu Saldo Positivo para organizar suas receitas e despesas e saber para onde está indo o seu dinheiro e o que pode ser cortado;
- Organize suas dívidas. Veja quais são as que cobram juros mais altos e aquelas que já estão vencidas;
- Converse com seus credores, negocie. Deixe claro que sua intenção é quitar a dívida;
- Elabore um plano radical de enxugamento de gastos, na maior intensidade possível, para que a dívida seja amortizada de uma vez. Quanto mais intenso for o corte de gastos, menor será o tempo que você ficará nessa situação.

Consumo Consciente

- Reflita sobre suas reais necessidades e tente consumir menos;
- Planeje suas compras. Procure comprar menos e melhor;
- Busque sempre a melhor relação entre preço, qualidade e atitude social em produtos e serviços oferecidos no mercado;
- Avalie sempre o impacto que cada compra não programada terá no seu orçamento;
- Use crédito com responsabilidade. Pense bem se você poderá pagar as prestações e só faça dívidas se ela trouxer melhorias em sua qualidade de vida.

Compras no Supermercado

- Tenha sempre uma lista de compras em mãos, de preferência, separada por segmentos - assim você andará menos dentro do supermercado e evitará cair em tentação ao ver tantas coisas gostosas ou em promoção;
- Nunca vá ao supermercado com fome - desta forma você evita compras feitas por impulso;
- Pesquise e compare preços - nem sempre o supermercado mais cômodo e atraente é o mais barato, e isso faz uma grande diferença no fim das contas;
- Vá sozinho ao supermercado - acompanhantes, como filhos e cônjuges, contribuem (e muito!) para as compras feitas por impulso.

Presentes X Orçamento

- Tenha em mente que gastos com presentes não devem ultrapassar 5% de seu orçamento pessoal;
- Não deixe que a emoção de agradar alguém de quem você goste atrapalhe sua razão e faça um “rombo” em seu bolso. Presente caro não é sinônimo de demonstração de carinho e amor;
- Pague sempre à vista e peça desconto. Evite uso do cartão de crédito e parcelamentos a perder de vista;
- Analise o estilo de vida da pessoa presenteada e use a criatividade para escolher algo que a agrade e que seja compatível com o seu orçamento.

Finanças em Casal

- Discuta sobre as finanças do casal: apesar de não ser nada romântico, definir a melhor forma de administrar o orçamento da família é essencial;
- Defina prioridades e objetivos financeiros em família. Todos devem estar envolvidos no controle do orçamento, no corte de despesas e na poupança para alcançar um objetivo maior;
- Lembre-se das vantagens financeiras da vida em casal: é possível dividir as despesas e ter mais disciplina no controle dos gastos se houver apoio mútuo;
- Nunca se esqueça de poupar parte da renda do casal para imprevistos.

Fonte: TV Educação Financeira Bovespa

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Curso de Gestão Familiar - Como administrar casa, dinheiro e família


Principais objetivos do Curso de Gestão Familiar: Focar no planejamento para atingir metas, na organização pessoal e residencial, na comunicação familiar e no gerenciamento do orçamento doméstico.

Para maiores detalhes acesse: http://gestaofamiliar.com.br/curso-de-financas-pessoais.php 


Leia a matéria sobre Traição Financeira e entenda como é fundamental para a saúde do seu relacionamento, clareza em relação as finanças do casal, da casa e da família.
Traição financeira: evite este mal no seu relacionamento
Tão prejudicial quanto ter um amante, esconder do parceiro dívidas ou gastos fora do orçamento familiar pode colocar em risco o seu casamento.

Entre as muitas formas de traição, há um tipo que é capaz de provocar estragos no coração e no bolso: a infidelidade financeira, quando um dos parceiros - ou os dois - esconde informações sobre dinheiro. "Para muitos, esse tipo de infidelidade é até mais grave do que uma relação extraconjugal, por estar diretamente relacionado à confiança entre os parceiros", diz a educadora financeira Bianca Fiori, da DSOP Educação Financeira. Já imaginou?

As traições podem ser: esconder uma roupa nova no fundo do guarda-roupa para o marido não ver, não deixar o outro ver a fatura do cartão, omitir que ganhou um aumento ou que tem uma conta individual no banco e até fazer um empréstimo para pagar dívidas sem falar nada. Não entre nessa cilada, amiga. "A descoberta de uma escapada financeira causa sofrimento e até separações", completa Bianca. Olho vivo!

Afinal, quando é traição financeira?

Você não precisa contar onde investe cada centavo. A traição financeira, segundo Bianca, acontece a partir do momento em que um começa a extrapolar o que estava combinado entre o casal. "Não vale a pena criar tumulto por coisas pequenas, como entrar no cheque especial por um valor baixo. Mas é preciso abrir o jogo quando atos assim se tornam frequentes e com impacto cada vez maior nas finanças da família", diz a especialista.

Quais as causas?

Falar de dinheiro muitas vezes pode acabar em briga. Por isso, vários casais evitam conversar sobre grana. "Muitos parceiros não têm uma conversa franca em relação ao dinheiro, e os motivos variam de vergonha a medo de serem enganados ou privados de prazeres pessoais", diz Bianca. Pode até ser chato, gata, mas é muito necessário.

Atenção aos sinais de traição

Alguns comportamentos podem indicar se o seu parceiro está pulando a cerca na vida financeira. Preste atenção se...

. As faturas dos cartões e os extratos do banco somem ou ele não deixa você ver.
. O gato aparece com novos acessórios para ele ou de decoração para a casa, com desculpas: dizendo que foi presente ou que ganhou.
. O parceiro fica nervoso ou tenta mudar de assunto quando se fala sobre dinheiro e contas.
. Sem motivo aparente, ele decide começar a cuidar sozinho das finanças da família.

O melhor a ser feito é...

Se é você quem tem escondido as compras no porta-malas do carro ou as faturas do cartão de crédito, prejudicando a vida financeira do casal, saiba que é melhor abrir o jogo, ainda que a situação seja delicada. "Quando há omissões, e elas são descobertas, o parceiro se sente como se não fizesse parte dos planos do outro", diz Bianca. O que pode significar um golpe na relação! "A chance de preservar o relacionamento após uma infidelidade financeira é sempre maior quando ela é revelada logo", completa. Pense nisso!

Fique longe dessa armadilha


Cada casal tem uma forma de administrar as finanças: alguns preferem ter contas separadas, outros têm conta conjunta, e há quem decida deixar a questão da grana só para um dos parceiros cuidar. "Em qualquer caso, é preciso manter sempre uma boa conversa na hora de tomar as decisões financeiras e uma relação ética e saudável, fortalecendo o elo de confiança entre o casal", diz a educadora financeira. Ela sugere que a família monte uma planilha para controlar os gastos e que o pagamento das contas seja proporcional ao salário de cada um. "É importante também contabilizar quanto cada um deve poupar para realizar sonhos comuns, como a viagem do fim do ano ou a reforma da casa", completa. Tudo em nome do amor (e das finanças!).

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/casamento/traicao-financeira-evite-este-mal-seu-relacionamento-752270.shtml

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Mais Produtividade para sua Empresa

Este post é do site economia.ig.com.br do dia 06/12/2013.
Trata justamente de um dos principais motivos (senão o principal), da falta de produtividade dos colaboradores nas empresas.
O Instituto de Educação em Gestão Familiar - Emerson Fabris ministra a Palestra - A Família e o Desempenho Profissional, que aborda exatamente o que é relatada nesta matéria.

Para maiores informações sobre a Palestra acesse: http://gestaofamiliar.com.br/palestrante-financas-pessoais.php




Matéria

Empresas aumentam produtividade com saúde financeira dos empregados
Companhias como HP e Siemens passaram a investir em programas de educação financeira e colhem os frutos com menos afastamentos e queda de dias perdidosTaís Laporta - iG São Paulo | 06/12/2013 06:00:00
Uma empresa é mais produtiva não só quando seus funcionários estão com boa saúde física. O controle das finanças pessoais da equipe também impacta nos resultados da companhia. Essa foi a conclusão da HP Brasil após implantar, em 2010, um programa de orientação financeira e de saúde voltado a seus 8 mil empregados no País.

A companhia passou a oferecer uma linha de 0800 para promover o encontro entre o funcionário que procura ajuda e um consultor financeiro, tudo de forma sigilosa. “Ele pode agendar uma visita em sua casa para tentar solucionar seu problema e reorganizar o orçamento doméstico”, conta a diretora de remuneração e benefícios da empresa, Claudia Giusti.

A executiva recebeu o retorno de um empregado que sonhava levar o filho para conhecer a Disney, nos Estados Unidos, mas não sabia como planejar seus gastos. “Em seis meses ele conseguiu efetivar a viagem, com a ajuda do programa”, conta.
Livrar-se das dívidas e comprar a casa própria são as principais necessidades dos que procuram orientação no projeto. O número de interessados em solucionar problemas financeiros chegou a 25% do quadro de funcionários (2 mil) da empresa entre janeiro e outubro deste ano.
A empresa também dedica palestras para aprender a planejar um casamento, começar a investir,programar a aposentadoria e até ingressar na Bolsa de Valores – interesse que tem crescido com força dentro do programa, segundo Claudia.
A atenção com o bolso, aliada à saúde física, refletiu diretamente na redução de funcionários afastados da HP por problemas diversos. Caiu de 178 em 2009 – último ano antes do início do programa – para 98 em 2013.
Os dias de trabalho perdidos – pela abstenção dos empregados – tiveram queda de 67% no mesmo período, passando de 287 para 97. O índice de engajamento dos funcionários também subiu 12 pontos percentuais de 2009 para cá na empresa.

O principal objetivo que leva uma empresa a investir em educação financeira é aumentar ou recuperar a produtividade, segundo André Massaro, consultor financeiro e autor do livro “Guia de Educação Financeira no Ambiente de Trabalho”, que pode ser baixado gratuitamente
“Algumas companhias também adotam estes programas para promover o uso eficiente de alguns benefícios, especialmente planos de previdência privada, e para fortalecer a imagem de responsabilidade social”, destaca.
Afogados em dívidas
A Prolim, fabricante de produtos de limpeza de Taubaté (SP), decidiu implantar um programa de educação financeira em julho deste ano, devido ao grande número de atendimentos individuais a funcionários em situação crítica de endividamento. Muitos deles haviam esgotado as fontes de financiamento possíveis, como crédito consignado e cheque especial.
“Em muitos casos, os profissionais chegavam ao ponto de pedir para serem demitidos e terem acesso às verbas rescisórias”, conta o gerente de RH da empresa, Sérgio Souza. Segundo ele, a empresa tinha custos elevados com verbas não previstas e gastos com processos de recrutamento.
 “Também percebemos que todo funcionário que não está bem financeiramente não consegue ser produtivo ou trabalhar motivado”, explica o executivo. Para solucionar o problema, a empresa buscou consultores especializados no mercado para fornecer orientação de finanças pessoais voltada para as necessidades dos empregados.
O programa envolveu 100% dos funcionários, com aulas teóricas visando a prevenção e a reversão de situações críticas, para num próximo passo avaliar se houve redução de problemas de endividamento.
Segundo o consultor Massaro, o atendimento deve ser diferenciado para cada perfil de empregado. “Um profissional de nível executivo costuma ter grau de conhecimento de finanças e necessidades muito diferentes de outro de nível operacional. O mesmo acontece com faixas etárias muito distintas”, explica.
Planejando o pós-carreira
Siemens, fabricante de tecnologia, também implantou seu programa de educação financeira, mas voltado à preparação para o pós-carreira, para colaboradores acima de 53 anos. “O objetivo é sensibilizá-los para a necessidade do planejamento prévio e de um projeto de vida nesta nova fase”, explica a gerente de RH da empresa, Maria Cristina Nader.
Outra iniciativa da empresa é voltada para os operários da fábrica, que teve o projeto experimental em Cabreúva, no interior paulista. Ambos os projetos foram formatados no modelo de workshops, com duração de 5 horas.
Segundo a executiva da Siemens, o programa contribuiu positivamente para o clima organizacional. “A iniciativa fortalece a imagem da empresa, valoriza o programa de previdência privada e diminui o presenteísmo (trabalhar doente no ambiente de trabalho)”, conta.