terça-feira, 25 de março de 2014

Dicas para planejar sua aposentadoria em 7 passos



Por mais que as pessoas estejam vivendo mais, isso ainda não se refletiu no mercado de trabalho, de forma que, com exceção de quem tem um negócio próprio, a aposentadoria muitas vezes é obrigatória e não acontece após os 60 anos.

Diante dessa realidade, planejar a aposentadoria é algo cada vez mais importante e, ao contrário, do que a maioria das pessoas imagina, não precisa ser uma tarefa árdua. Para ajudá-lo, selecionamos abaixo algumas dicas do que levar em consideração na hora de elaborar o seu planejamento.


O que você quer

A primeira etapa de qualquer planejamento financeiro é definir onde você quer chegar, em outras palavras, o seu objetivo. No caso da sua aposentadoria, não poderia ser diferente: sem um objetivo em mente, você não tem como traçar um plano de execução.

Portanto, comece refletindo sobre questões bastante básicas como, por exemplo, quando você pretende se aposentar. Essa é uma variável importante para o planejamento da sua aposentadoria, que não pode ser esquecida. Um erro comum entre as pessoas é decidir parar por impulso, em geral, porque se sentem desmotivadas no emprego ou fisicamente cansadas. Você pode não acreditar, mas alguns anos podem fazer muita diferença em termos de planejamento.

Com que receitas você poderá contar?

Nos dias de hoje contar com a Previdência Social para se sustentar na aposentadoria é uma estratégia extremamente arriscada. O teto da aposentadoria pública é baixo para trabalhadores da iniciativa privada. Com os diversos redutores existentes, especialistas afirmam que uma minoria dos brasileiros terá direito a um benefício de R$ 2,5 mil ou mais. Em geral, recomenda-se assumir que a Previdência irá responder por, no máximo, 20% da sua renda na aposentadoria.

Com que outras fontes de renda você poderá contar? Por acaso você contribui para um plano de previdência corporativo ou para um plano individual, de forma que poderá contar com esse dinheiro ao se aposentar? Afora os investimentos em previdência complementar, você consegue identificar outras fontes de renda financeira?

Some tudo e procure estimar com o quanto poderá contar ao se aposentar. A diferença terá que ser equilibrada com renda de trabalho. Ou seja, você terá que se manter na ativa ou se acostumar com a ideia de ter uma redução em seu padrão de vida.

Estime o quanto precisará juntar

Sonhar com uma aposentadoria tranquila é uma coisa, estimar o quanto ela irá lhe custar é outra bem distinta. Comece estimando o padrão de gastos que terá ao se aposentar. Ainda que algumas despesas devam cair, como os gastos com filhos, outras devem subir, como os gastos com saúde.

Na maioria dos casos, os gastos após a aposentadoria tendem a cair em até 20%. Na hora de fazer as contas do quanto precisará juntar, seja conservador. Você provavelmente irá viver mais do que imagina. Portanto, projete sua necessidade de renda assumindo que irá viver ao menos até os 90 anos.

Quanto poupar para atingir esse patrimônio?

Uma vez definida a sua meta de patrimônio ao se aposentar, é hora de calcular como irá alcançar essa meta. Com base na sua data de aposentadoria, estime quanto tempo ainda tem para acumular esse patrimônio.

Traduza isso em termos de uma poupança mensal. Para tanto, é preciso fazer uma previsão de retorno para o dinheiro investido. Seja conservador, e assuma um retorno anual de no máximo 5% acima da inflação. Para ajudá-lo nessa conta, utilize a nossa calculadorae objetivo.

Comece o quanto antes e seja regular

O ideal é que você comece o quanto antes a investir. Mas, se ainda não começou, lembre-se de outro ditado: antes tarde do que nunca! Para quem tem dificuldade em estabelecer uma estratégia de poupança, o ideal é estabelecer alguma forma de investimento automático.

Uma boa opção são os planos de previdência, sobretudo, os corporativos, pois trabalham com o conceito de contribuições mensais. Além disso, sob as novas regras de tributação, o investidor se beneficia de alíquotas decrescentes quanto maior o prazo de investimento.

Coloque seu plano em ação

Com todas essas informações em mãos, é hora de agir. Se você constatou que não consegue poupar o necessário para juntar o patrimônio desejado antes de se aposentar, reveja seus planos. Provavelmente você terá que se aposentar mais tarde.

E como poupar nada mais é do que decidir adiar uma decisão de consumo, você terá que refletir se vale a pena manter o seu estilo de vida hoje, em detrimento do seu padrão na aposentadoria. Ou se, alternativamente, não seria melhor cortar gastos hoje de forma a poder se aposentar na data planejada.

Reveja periodicamente sua estratégia

De tempos em tempos, avalie o seu planejamento. Você está alcançando as suas metas ou não? Será que é preciso revê-lo? Seu salário aumentou, não vale a pena aproveitar o momento e poupar mais do que o planejado? 

Lembre-se: ainda que o seu objetivo seja o mesmo, isso não se aplica a suas metas de poupança, que devem ser ajustadas para refletir o seu ciclo financeiro. O ideal é que você poupe mais quando pode, para fazer frente aos momentos de maior dificuldade financeira.


Fonte:Infomoney.com.br

terça-feira, 18 de março de 2014

Planejar os gastos do ano todo pode evitar furos no orçamento familiar


Escute a entrevista do Emerson Fabris na CBN falando sobre Planejamento Financeiro Pessoal.



Esta é a Cartilha para o Planejamento de 2014. Nela você pode lançar seus gastos mês a mês e organizar todo o seu orçamento.







segunda-feira, 10 de março de 2014

Conselhos Financeiros para quem quer casar.

 http://gestaofamiliar.com.br/consultoria-noivos.php



4 conselhos financeiros para quem quer casar

No início do casamento, praticamente tudo são flores. Planos de lua-de-mel, muito carinho e romantismo e muitos sonhos para os futuros filhos. Afinal, se vemos tudo isso em filmes e novelas, nada mais justo do que trazer a beleza da ficção para a realidade, não é mesmo?

Pois é, mas saiba que para manter o mundo de flores na vida real, é preciso passar por um caminho bem espinhoso. Deixar de tocar em certas “feridas” antes de subir ao altar é o primeiro passo para que o relacionamento comece pelo avesso!

Se você está prestes a se casar, com certeza deve estar a mil com os preparativos, as provas do vestido, a lista de convidados, enfim, realmente é muita coisa. Agora, você sabe nos dizer quantas vezes já conversou com seu noivo (a) sobre as questões financeiras que vocês precisam ajustar antes de dizerem “sim” um para o outro?

Tudo isso pode gerar dor de cabeça, mas entrar em um acordo quanto aos assuntos financeiros desde já pode evitar que vocês desgastem a relação a ponto dela terminar.

CIFRAS NA MESA

Essa conversa vai muito mais além do que saber qual é o salário de cada um. É preciso que vocês saibam também o tamanho da dívida de cada um de vocês. Uma pendência financeira significativa é algo que com certeza irá interferir em certos planos do casal. Afinal, como pensar em juntar dinheiro para comprar um apartamento se um de vocês tiver uma dívida de R$ 30 mil, por exemplo?

Saber o quanto cada um deve e ter um planejamento para quitar essas dívidas é essencial. Afinal, descobrir um problema desses só depois de casada seria lenha para uma calorosa discussão.

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Aquela velha história de que basta ter “um amor e uma cabana” só é realmente bonita em contos de fada. Para manter uma vida feliz e equilibrada, é preciso que vocês tenham um planejamento financeiro. Saber exatamente qual é o rendimento de cada um, como serão divididas as despesas da casa e definir os investimentos do casal são etapas do planejamento que precisa ser feito por vocês.

problemas para discutir antes de casar

MENTIR SOBRE DINHEIRO

O verbo já diz tudo. Mentir é o primeiro passo para minar as estruturas do seu casamento. Você pode até achar que é exagero, mas mentir sobre dinheiro pode acabar sendo tão grave quando mentir sobre uma relação extraconjugal.

Se vocês pretendem manter reservas financeiras individuais, conversem sobre esse assunto, tenham a liberdade de manter um autonomia financeira individual, mas sejam transparentes sobre isso.

Imagine se você descobre que seu marido tem uma conta bancária secreta, com um expressivo valor. Saber que isso vinha sendo mantido em segredo poderia te levar a perder a confiança, certo? Pois é, este é o grande problema. Não importa a origem do problema, quando a confiança é perdida, o casamento fica sem solidez.

RELAÇÃO FINANCEIRA DESPROPORCIONAL

Um casamento é um laço, não é como um negócio, uma transação comercial. Sendo assim, o que se espera do companheirismo e do amor é que um consiga dar suporte ao outro em momentos de dificuldade, como no caso de um dos dois ficar desempregado.

O problema começa a acontecer quando esse suporte leva ao comodismo. Se você faz um enorme esforço para manter as contas da casa em dia, mas percebe que seu companheiro (a) está também batalhando para conseguir um novo trabalho, basta ter paciência. É difícil, mas é isso que duas pessoas que se amam fazem uma pela outra.

A situação muda de figura a partir do momento em que, enquanto você trabalha pesado para garantir o sustento da casa, a outra pessoa fica em casa, vendo televisão e bebendo cerveja. Neste caso você parou de dar apoio e passou a dar mesada!

Antes de casar é importante saber como é a conduta da pessoa que está a seu lado quando o assunto é dinheiro. Ele (a) realmente preocupa em ter uma carreira? Gosta de trabalhar? É uma pessoa que fixa metas e batalha para cumpri-las? Coloque essas coisas na balança antes de casar, tudo isso que citamos pode interferir (e muito!), no desfecho do “felizes para sempre”.

Fonte:financasfemininas.com.br